quinta-feira, 6 de março de 2014

Inseminação artificial

 Há dois tipos de inseminação artificial: a inseminação artificial intracervical, na qual o esperma é injetado no cérvix através de uma seringa; e a inseminação artificial intrauterina, na qual os espermatozoides passam por um “tratamento”, no qual somente os que estão aptos a fertilizar permanecem. Feito isso, os espermatozoides são depositados diretamente no útero, após a fêmea passar por um tratamento que induz a ovulação.
 A intrauterina tem algumas vantagens sobre a intracervical, porque nesse tipo de inseminação não é necessária a presença de muco cervical, importante para a migração dos espermatozoides até o óvulo. Outro fator vantajoso é que na intrauterina, como os espermatozoides são inseridos além do colo do útero, aumentam-se as chances de fecundação, pois haverá um maior número de espermatozoides aptos na cavidade intrauterina.
 Antes da realização de qualquer método de inseminação artificial, é preciso que haja uma estimulação ovariana na fêmea. Essa ovulação é induzida de forma controlada através de hormônios para evitar a hiperestimulação ovariana e consequente gravidez múltipla.
 A taxa de sucesso da inseminação artificial fica em torno de 10% a 15% na intracervical; e de 15% a 20%  intrauterina, mas em ambos os casos é preciso levar em consideração outros fatores, como idade e saúde da receptora.

Fonte: http://www.brasilescola.com/biologia/inseminacao-artificial.htm

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