Na busca de avaliar os efeitos da prática na saúde dos indivíduos, estudiosos noruegueses descobriram que pessoas religiosamente ativas são mais saudáveis do que as não atuantes.
Tomando a frequência dos fiéis à igreja como parâmetro, os pesquisadores verificaram que aqueles mais assíduos apresentavam menos pressão arterial. Análise semelhante já havia sido feita nos Estados Unidos e revelara essa relação. Como há muitas diferenças culturais entre os EUA e a Noruega, os cientistas não quiseram, de antemão, transferir os resultados para a população que eles observavam. A surpresa foi, a despeito da diversidade, terem encontrado dados quase idênticos.
Resta o estudo prosseguir, para informar se a boa saúde foi determinada pela religiosidade ou se, por serem saudáveis, as tais pessoas foram levadas à prática religiosa frequente. É o que os pesquisadores querem saber.



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